Apresentação

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Sou psicóloga educacional desde 2007, com especialização pela Ordem dos Psicólogos Portugueses desde 2016 e a aprendizagem preenche os meus dias.

Ao longo do meu percurso profissional deparei-me com variadas problemáticas na área da educação e da intervenção psicológica com alunos. Questões como o insucesso escolar, dificuldades de aprendizagem, ansiedade perante avaliações são algumas das temáticas que contatei diretamente, em contexto escolar e que construiram a minha experiência com alunos e aprendentes de todas as idades.

Intervenho em questões de foro psicopedagógico, problemas de ajustamento escolar e de aprendizagem e promoção da qualidade da aprendizagem.

Para mais informações sobre os serviços e apoios disponíveis contatar no menu “Intervenções”.

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Escola Rural e despovoamento – entrevistas síntese do encontro

Partilho o video com as entrevistas sobre as intervenções realizadas no encontro sobre a Escola Rural e Despovoamento, ocorrido no passado mês de Fevereiro, em Campomanes, Astúrias.

Escuela rural e despoblación

 

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Participação em Encontro – Escolas rurais e Despovoamento – Astúrias (Espanha)

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Participei, no passado dia 18 de Fevereiro, num Encontro organizado pelo Podemos Astúrias, sobre o papel da educação rural no despovoamento das zonas rurais, cujo programa referi no post anterior.

O evento contou com apresentações de associações de pais, professores e diretores  de escolas rurais e ainda de representantes políticos no governo regional da região de Campomanes. Todos estes participantes, através do diálogo conjunto e  da partilha de experiências demonstraram as potencialidades do ensino em escolas rurais, como factor de desenvolvimento e manutenção das comunidades rurais.

A minha apresentação incidiu sobre dois artigos que tratam sobre a educação rural, no âmbito de um projecto europeu sobre a educação e o ensino nestas escolas. Abaixo escrevo a ideia principal que quis transmitir:

A educação rural é um elemento dinamizador da comunidade pelas suas características próprias, como o ensino centrado no aluno, aberta ao contexto local e a uma aprendizagem ativa. A escola rural tem potencialidades para ter laços mais intensos com a comunidade onde se insere, englobando as famílias dos alunos e  contribuindo para consolidar e renovar a cultura local.

 

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Diálogos pela educação -Escola rural e despovoamento

Foi com muito gosto que recebi um convite para fazer uma apresentação integrada na temáticas das escolas rurais e do despovoamento, representando o caso português. Esta iniciativa, organizada pela …

Fonte: Diálogos pela educação -Escola rural e despovoamento

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Participação no Colóquio “Ensino Doméstico- Uma escol(h)a”

Realizou-se no passado dia 8 de Julho, pelo Município de Odemira um colóquio a propósito do Ensino Doméstico.

O objetivo deste colóquio foi o de discutir as particularidades e as motivações deste tipo de ensino , partindo de um estudo exploratório realizado no concelho de Odemira, onde este tipo de ensino é cada vez mais procurado. Igualmente foram discutidas estratégias pedagógicas e educativas para o desenvolvimento da aprendizagem.

Foram convidadas representantes de associação de defesa do ensino doméstico, bem como pais, professores e investigadores cujo área de ação se constitui como o ensino e a aprendizagem, em mesa redonda, onde tive o prazer e todo o interesse em participar.

Neste âmbito apresentei também um dos  estudos da minha tese de doutoramento, onde verifiquei a relação entre as práticas de ensino/aprendizagem dos professores e duas variáveis dos estudantes que se relacionam fortemente com a qualidade da aprendizagem: as conceções de e as abordagens à aprendizagem, numa amostra de estudantes de escolas rurais do 1º ciclo de ensino básico.

Este estudo permitiu concluir que uma abordagem de profundidade à aprendizagem# relaciona-se com um maior sucesso e qualidade da aprendizagem  – é importante promovê-la.

É possível promover esta abordagem à aprendizagem nos estudantes rurais de 1º ciclo:

  • proporcionando-lhes um ambiente no qual se sintam confiantes e motivados;
  • incentivando-os a compreender e aplicar autonomamente o que aprendem;
  • avaliando-os ao longo do processo de aprendizagem;
  • atendendo-os em relação às suas especificidades pessoais;

As conclusões do estudo apontam deste modo para a ideia de que as práticas de ensino, independentemente de serem  administradas e geridas em contexto escolar ou doméstico, deverão privilegiar as caraterísticas acima descritas, no sentido de potenciar uma aprendizagem de qualidade e o desenvolvimento do estudante enquanto cidadão com capacidade de reflexão e autonomia.

# A abordagem de profundidade à aprendizagem relaciona-se com uma maior qualidade na aprendizagem e é caraterizada por uma motivação intrínseca para aprender e a utilização de estratégias de profundidade ( compreensão) face às tarefas de aprendizagem.

Coloquio ENSINO DOMÉSTICO UMA ESCOLHA

Coloquio ENSINO DOMÉSTICO UMA ESCOLHA

Fotografias pelo Município de Odemira

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Práticas de ensino para uma aprendizagem passiva e ativa em docentes de escolas básicas urbanas e rurais

No âmbito dos resultados de um projeto internacional sobre pedagogia e ensino nas escolas rurais em que estive envolvida, partilho o abstract de um estudo e artigo publicado ainda em 2015, na Revista SISYPHUS Journal of education.

Este estudo permitiu caraterizar uma amostra de docentes de escolas básicas rurais e urbanas portuguesas em termos do uso de várias práticas de ensino, mediante um questionário sobre o contexto de aprendizagem. Verificou-se uma diferenciação entre práticas participativas e não participativas e também um maior uso geral das primeiras, especialmente, nesta amostra, em docentes de escolas rurais.

Teaching practices for passive and active learning in rural and urban elementary teachers

The goal of this study was to characterize, through a questionnaire, the degree
of use of teaching practices related with passive and active learning in
rural and urban elementary Portuguese teachers. Psychometric analysis of
the questionnaire was conducted with a sample of 400 elementary teachers.
For studying the degree of teachers’ use of teaching practices related with
passive and active learning the questionnaire was applied to a second sample
of 140 elementary teachers from urban and rural schools. Use of teaching
practices was compared between these two groups through a t-test (independent
samples). Main results suggest the existence of a differentiation
between a «participatory» and a «non-participatory» form of teaching in
the inquired teachers; an higher general use of the former compared with
the use of the later; and an higher use of «participatory» teaching in rural
teachers than in urban teachers.

Em caso de interesse na leitura do artigo, na íntegra, poderão contactar-me.

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mão2Desenho por Ana Isa Figueira. All rights reserved

A história dos sucessos e do talento humano é muitas vezes atribuída a ideias simplistas e limitadoras (tal como a sorte) face aos seus protagonistas e sobretudo ao seu percurso de trabalho até chegar ao reconhecimento universal.

Foi uma vida fácil a de Van Gogh, que tentou, sem sucesso, várias profissões ( professor, teólogo), que fracassou nos principais domínios importantes para a sua época ( relações sociais, sustentabilidade financeira , família, reconhecimento e até sanidade mental ) mas cuja paixão pela pintura e a dedicação exclusiva e abnegada o permitiram ser reconhecido postumamente como o repercursor da pintura impressionista?

Sabemos que os fracassos e as dificuldades fazem parte de qualquer processo de aprendizagem e que a inteligência é um fator pessoal associado ao sucesso mas não existirá um fator ou traço de personalidade que poderá ajudar a explicar o percurso dos génios humanos?

Grit ou tenacidade é um traço de personalidade caraterizado pela coragem, a determinação, a paixão e a perseverança na prossecução de objetivos, especialmente em objetivos de média e longa duração.

Pessoas com grit possuem uma atitude firme e uma paixão que as move em prol dos seus objetivos. Mas até que ponto estas pessoas se diferenciam das pessoas motivadas? Qual o seu mindset?

Várias caraterísticas diferenciam as pessoas com grit, especialmente no que concerne ao tipo de resiliência. A resiliência é habitualmente definida como a capacidade do indíviduo de se manter no seu propósito e a sua integridade, mesmo durante e após a adversidade. Engloba um misto de otimismo, criatividade, auto-confiança e flexibilidade que permite dar um sentido positivo, de aprendizagem e crescimento às experiências ( más, sobretudo) de vida. Pela descrição poderemos entender que a resiliência é uma das caraterísticas essenciais das pessoas tenazes.

As pessoas com grit possuem um tipo de coragem que significa uma boa gestão do medo de fracassar ou seja, conseguem integrar e lidar com a vulnerabilidade ao fracasso que faz parte de qualquer percurso existencial e de luta. A coragem é como um músculo que precisa de exercício e esse exercício é ultrapassar, passo a passo, os medos que podem paralisar no percurso. Estas pessoas mantém a sua determinação por longos períodos de tempo, apesar das experiências de fracasso e de adversidade.

A capacidade de ser meticuloso e ter auto-controlo do seu trabalho e percurso é outra das caraterísticas das pessoas tenazes. O trabalho é também encarado com rigor constante, o que permite chegar aos objetivos.

Quando falamos em objetivos a longo ou médio prazo, uma caraterística essencial surge como importante no caminho: a da prática e esforço contínuo. Esforço não significa um trabalho pesado e desmotivador, mas sim uma dedicação consciente não perdendo de vista o objetivo . Malcolm Gladwell, no seu livro “Outliers” (onde analisa as trajetórias das personalidades de sucesso) refere que para se dominar com mestria e perfeição uma atividade ou profissão se deverá dedicar 10,000 horas de prática consciente! Foi esse número aproximado de prática que permitiu a Bill Gates, Steve Jobs, os Beatles atingir o seu sucesso…o restante (pequena parte)  foi sorte!

Os estudos de Angela Duckworth verificaram a influência deste traço de personalidade como preditor de sucesso a longo prazo, construindo para esse propósito a escala de Grit. Vários estudos com alunos demonstraram que maiores níveis de grit estavam associados a melhores resultados académicos ( média escolar mais elevada), menor retenção escolar e maior e mais prolongado esforço nas tarefas, que leva a melhores performances.

Estes estudos demonstram a importância de uma atitude e comportamento direcionados e conscientes que influenciam muito fortemente a performance e o sucesso. O traço de personalidade de Grit  vem igualmente relativizar a importância de fatores de sucesso e performance não controláveis pelo indivíduo, como seja o QI (inteligência) e a sorte.

Para saber mais:

Artigo na Forbes:  5 characteristics of Grit – How many do you have?  De Margareth Perlis.  Pode ser consultado em:

http://www.forbes.com/sites/margaretperlis/2013/10/29/5-characteristics-of-grit-what-it-is-why-you-need-it-and-do-you-have-it/

Duckworth, A. L; Peterson, C.; Matthews, M. D. & Kelly, D. R. (2007). Grit: Perseverance and Passion for Long-Term Goals. Journal of Personality and Social Psychology, 92 (6). 1087-1101.

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Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa – EPALE

Partilho informação sobre esta iniciativa, esperando que possa apelar a uma partilha de informações que enriqueçam as práticas pedagógicas da comunidade educativa em Portugal e na Europa.

“Convite à participação na Plataforma EPALE

A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P. (ANQEP, IP), na qualidade de Serviço Nacional de Apoio à implementação e desenvolvimento da “Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa – EPALE”, e tendo em conta o potencial que esta Plataforma tem para o desenvolvimento da educação de adultos, convida os profissionais de educação e formação e especialistas na temática abrangida pela plataforma a enviar para o e-mail epale@anqep.gov.pt produtos que tenham desenvolvido ou de que tenham conhecimento com relevância para a educação de formação de adultos, tais como: teses de mestrado e doutoramento, materiais de apoio, relatos de boas práticas, resultados de estudos, artigos, eventos.
Pretende-se que estes produtos possam ser publicados na EPALE, depois de analisados e validados pela ANQEP e salvaguardando sempre os direitos de autor, conforme previsto na linha editorial da EPALE.
A Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa – EPALE é uma plataforma aberta e multilingue, da Comissão Europeia, criada para apoiar a comunidade de profissionais da área da educação de adultos (professores, formadores, investigadores, académicos), com vista à melhoria contínua da oferta de educação destinada a adultos, na Europa.
A EPALE é alimentada com produtos desenvolvidos por aqueles que nela estiverem registados.
Salienta-se que no âmbito do projeto a desenvolver em Portugal, está previsto que as publicações mais visualizadas na EPALE sejam igualmente publicadas num e-book, a editar pela ANQEP.
Para se registar na EPALE, deverá aceder ao endereço www.ec.europa.eu/epale

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O cubo de Rubik: uma nova visão sobre a aprendizagem e o conhecimento

rubikcube

As nossas visões sobre o aprender e a maneira como integramos os novos conhecimentos são importantes para uma aprendizagem significativa.

Muitas vezes o modelo “clássico” de aprendizagem/ensino que temos, baseado na transmissão de informações e centrada no professor não nos permite construir um conhecimento global e amplo sobre fenómenos complexos.

Adolfo Aracil, investigador da área da psicologia da saúde, propõe uma nova maneira de perspetivar a aprendizagem, segundo uma visão tri-dimensional.

As caraterísticas da aprendizagem “clássica” remete-nos para o jogo de Tetris. Neste jogo os jogadores ( estudantes) recebem peças planas de diferentes formatos que têm que encaixar nas estruturas já existentes e formar um bloco unido. As peças ( ou unidades de informação) tem um número limitado de movimentos e uma vez movimentadas não será fácil mudar a sua posição.  A colocação inadequada das peças cria espaços vazios , “missing gaps”. Este jogo é uma metáfora que vai ao encontro das caraterísticas de aprendizagem, que nos é, hoje transmitida: uma aprendizagem por vezes algo rígida, pouco interativa e restringida a certos princípios delimitadores.

Uma nova metáfora que expressa a mudança na maneira de compreender e abordar a aprendizagem é a resolução de um cubo de Rubik. Este cubo é constituído por quadrados coloridos ( ou unidades de conhecimento) que se relacionam com outros através da regra da mesma cor. Mudar a sua posição, mesmo individualmente, vai mudar a posição das restantes. Neste processo expressa-se a resolução de um problema multi-facetado cuja solução se encontra quando todas as peças estiverem corretamente localizadas. Nesta visão da aprendizagem vemos a ideia de que a mesma se dá através da interação, flexibilidade e co-dependência entre processos. Por isso a maneira como aprendemos deverá também ser ativa, baseada na descoberta e interação com outras informações e processos.

Artigo em que se baseou este texto:

Aracil, A. (2010). A new conception of knowledge, a new conception of learning: from Tetris to Rubik’s cube. Medical Education, 44. 215-216.

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Cobertura de Consultas de Psicologia – Axa Portugal

Agora as consultas de Psicologia poderão ser comparticipadas, representando esta situação uma oportunidade de maior acesso às mesmas.

Abaixo republico a informação veiculada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, no seu site:

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e a AXA Portugal, Companhia de Seguros S.A., estabeleceram através da SABSEG S.A. um protocolo que permite que os Clientes AXA passem a ter acesso a consultas de psicologia comparticipadas pelos seus seguros de saúde, desde que contratada a respectiva cobertura.

No âmbito deste protocolo, as pessoas seguradas podem usufruir de consultas de psicologia em pacotes de 12 ou 18 sessões, de acordo com as suas necessidades e sem obrigatoriedade de pré-aviso. Paralelamente, as pessoas seguradas não dependem de outro profissional de saúde para lhes prescrever a consulta, podendo, simplesmente, marcar a consulta directamente com um psicólogo devidamente inscrito na Ordem.

Com a assinatura deste protocolo, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a AXA Portugal pretendem contribuir para o bem-estar dos utentes, os quais passam a usufruir de um âmbito mais alargado de cobertura, incluindo agora as consultas de Psicologia.

FAQ’S

1 – Como pode o Cliente aderir à cobertura de Consultas de Psicologia?

Para poder aderir à cobertura de Consultas de Psicologia, o Cliente terá que possuir com a AXA um seguro de saúde Vitalplan nos planos Essencial, Equilíbrio, Pleno e Unique (não estão abrangidos os planos Small, Medium, Large, Extra Large, Prata, Ouro e Platina).

2 – Qual o período de carência?

A cobertura de consultas de psicologia possui um período de carência de 3 meses (90 dias) de acordo com o disposto na alínea d) do artigo 13º – Períodos de carência das Condições Gerais do Seguro de saúde Vitalplan.

3 – O que garante a cobertura de Consultas de Psicologia?

A cobertura de consultas de psicologia do Vitalplan garante, nos termos abaixo indicados, o reembolso das despesas efetuadas pela Pessoa Segura com consultas de psicologia desde que prestadas ou realizadas por profissional de psicologia, devidamente credenciado para o exercício da sua atividade devendo este ser obrigatoriamente membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Esta cobertura garante apenas consultas e não outra forma de assistência psicológica.

A cobertura de consultas de psicologia, está disponível em duas opções:

  • 12 Consultas de Psicologia – pacote de 12 consultas de psicologia por anuidade por pessoa segura,  com percentagem de comparticipação de 60% e com limite máximo de reembolso de  40,00€ por consulta.
  • 18 Consultas de Psicologia – pacote de 18 consultas de psicologia por anuidade por pessoa segura,  com percentagem de comparticipação de 60% e com limite máximo de reembolso de  40,00€ por consulta.

4 – Caso consuma o número total de consultas, a Pessoa Segura pode adquirir um novo pacote durante a anuidade?

Não. A cobertura de consultas de Psicologia é contratada por anuidade, pelo que se a Pessoa Segura esgotar as consultas disponíveis, não poderá durante o decorrer da anuidade, contratar um novo pacote. O conjunto de consultas de psicologia contratadas ficará novamente disponível quando ocorrer a renovação do contrato.

5 – Num mesmo contrato, podem existir diferentes pacotes de consultas de psicologia?

Não. Por apólice, não podem existir diferentes pacotes de consultas. Assim, o cliente deve optar por um dos pacotes disponíveis (pacote de 12 ou 18 consultas), sendo esse o pacote aplicável para cada uma das pessoas seguras (um pacote por pessoa). Neste sentido, num mesmo contrato, não podem coexistir dois pacotes de consultas de psicologia distintos.

6 – O psicólogo tem que fazer algum acordo com a AXA Portugal, ao nível do custo da consulta?

Não. O psicólogo devidamente credenciado para o exercício da sua atividade e obrigatoriamente membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses, faz a faturação habitual da consulta ao Cliente. Após envio do recibo original, o valor da consulta será reembolsado pela AXA ao Cliente, de acordo com as condições da apólice.

7 – Como posso esclarecer dúvidas ou obter mais informações sobre o seguro de saúde Vitalplan da AXA?

Para qualquer questão ou mais informações, deverá contactar o segurador através dos canais habituais.

Contactos:

Informação retirada de https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/p/cobertura-consultas-psicologia

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Coaching Parental – Family Coaching

59-smallTive recentemente o prazer de frequentar uma formação sobre coaching parental, dinamizada pelas psicólogas e coaches Ângela Coelho e Sandra Belo do projeto Family Coaching.

Esta formação teve os objetivos de informar os princípios do coaching parental, incentivar e apoiar a sua utilização nos técnicos que trabalham com famílias em diferentes contextos ( comunitário, escolar).

O coaching é uma metodologia de apoio e aconselhamento  cujo foco de intervenção se situa no indivíduo, no entanto este não deverá ser confundido com psicoterapia. De facto uma das grandes diferenças entre a última e o coaching é a de que o foco do mesmo  está no momento presente ( e não na análise do passado) no sentido da construção de um futuro desejado. O coaching está direcionado para o processo, o caminho para chegar aos objetivos do coachee e baseia-se no apoio e análise conjunta de ações direcionadas e mensuráveis para atingir os mesmos.

São princípios-guia do coaching parental a abordagem pela positiva, focando-se nas qualidades e competências dos pais e não nas suas “lacunas” e “carências”.

Centra-se, deste modo nos pais apoiando o seu auto-conhecimento, que é a chave de uma boa gestão emocional familiar.

Dirige a sua ação para a solução e não  para o problema; o coach poderá apoiar e facilitar na descoberta das melhores estratégias e competências que beneficiam a família, tendo por base a ideia que são os pais que detêm essa “sabedoria” e conhecimento capacitador. O agente de mudança será sempre a própria família.

É um processo pragmático, orientado para soluções realistas e alcançáveis e sobretudo únicas e particulares às famílias (e suas características únicas e particulares também).

Por se direcionar para o presente, ter como base as potencialidades dos indivíduos e facilitar o processo de auto-conhecimento, o coaching parental é uma ferramenta muito promissora de empowerment- considero que poderá beneficiar e mudar a vida das famílias, no sentido de um melhor ajustamento e bem-estar.

Mais informação sobre este projeto poderão consultar aqui.

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